Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?:x1 fort bet

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Legenda da foto, Nem a psicopatia, nem a sociopatia são classificadas como transtornos mentaisx1 fort betmanuais formaisx1 fort betdiagnóstico psiquiátrico

Como veremos, esses termos foram usados ​​em diferentes momentos da história e se relacionam a alguns conceitos que se sobrepõem.

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O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.

Desde a décadax1 fort bet1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbiox1 fort betpersonalidade sociopática" foram substituídos por transtornox1 fort betpersonalidade antissocial, que é o que usamos hoje.

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Legenda da foto, A sociopatia, que hojex1 fort betdia chamamosx1 fort bettranstornox1 fort betpersonalidade antissocial, e a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gamax1 fort betcausasx1 fort betdesenvolvimento, biológicas e psicológicas
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Alguém com transtornox1 fort betpersonalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.

Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrarx1 fort betbrigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis ​​e indiferença às consequênciasx1 fort betsuas ações.

Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtornox1 fort betpersonalidade antissocial menciona traçosx1 fort betpsicopatia (e sociopatia). Em outras palavras,x1 fort betacordo com o DSM, os traços são parte do transtornox1 fort betpersonalidade antissocial, mas não são transtornos mentaisx1 fort betsi.

A primeira descrição formalx1 fort bettraçosx1 fort betpsicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley,x1 fort betseu livro The Mask of Sanity,x1 fort bet1941.

Ele baseoux1 fort betdescriçãox1 fort betobservações clínicasx1 fort betnove pacientes do sexo masculinox1 fort betum hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, faltax1 fort betconfiabilidade e faltax1 fort betremorso ou vergonha.

O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando características interpessoais, emocionais ex1 fort betestilox1 fort betvida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.

Quando reunimos todas essas vertentesx1 fort betevidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem faltax1 fort betemoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.

Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsávelx1 fort betsuas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na décadax1 fort bet1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.

Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopatax1 fort betforma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.

“Distúrbiox1 fort betpersonalidade sociopática” foi o termo usado na primeira edição do DSMx1 fort bet1952. E se alinhava a visões predominantes na época,x1 fort betque os comportamentos antissociais eramx1 fort betgrande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.

Algumas dessas primeiras descriçõesx1 fort betsociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamosx1 fort bettranstornox1 fort betpersonalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definiçãox1 fort betpsicopatax1 fort betCleckley,x1 fort bet1941.

Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição únicax1 fort betsociopatia, ainda hoje. Mas,x1 fort betgeral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.

Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiux1 fort betdesuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtornox1 fort betpersonalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamosx1 fort bettranstornox1 fort betpersonalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gamax1 fort betcausasx1 fort betdesenvolvimento, biológicas e psicológicas.

Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmentex1 fort betregiões associadas a emoções, inibiçãox1 fort betcomportamento e resoluçãox1 fort betproblemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.

A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente socialx1 fort betalguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesarx1 fort betsuas representações fictícias — como Hannibal Lecterx1 fort betO Silêncio dos Inocentes ou Villanelle na sériex1 fort betTV Killing Eve — nem todas as pessoas com psicopatia ou traçosx1 fort betsociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.

Mas a psicopatia prevê uma ampla gamax1 fort betcomportamentos prejudiciais. No sistemax1 fort betjustiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmentex1 fort betnatureza violenta.

Na populaçãox1 fort betgeral, a psicopatia está associada à dependênciax1 fort betdrogas, faltax1 fort betmoradia e a outros transtornosx1 fort betpersonalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da Covid.

Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fatorx1 fort betrisco-chave na identificaçãox1 fort betpessoas com maior riscox1 fort betdanos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiávelx1 fort betcomportamento antissocial futuro.

Em poucas palavras

Nem a psicopatia, nem a sociopatia são classificadas como transtornos mentaisx1 fort betmanuais formaisx1 fort betdiagnóstico psiquiátrico.

Ambas são traçosx1 fort betpersonalidade relacionados a comportamentos antissociais e estão associadas a certas características interpessoais, emocionais ex1 fort betestilox1 fort betvida.

Acredita-se que a psicopatia tenha bases genéticas, biológicas e psicológicas que colocam alguémx1 fort betmaior riscox1 fort betviolar os direitosx1 fort betoutras pessoas. Mas a sociopatia é menos claramente definida e seus comportamentos antissociais são o produtox1 fort betum ambiente social.

Das duas, a psicopatia tem a maior utilidade na identificaçãox1 fort betalguém com maior probabilidadex1 fort betcausar danos a outras pessoas.

* Bruce Watt e Katarina Fritzon são professores associadosx1 fort betPsicologia na Universidadex1 fort betBond (Austrália).

Este artigo foi publicado originalmente no sitex1 fort betnotícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão originalx1 fort betinglês.