É possível reverter declínio cognitivo da perimenopausa?:vasco e nautico palpite
A duração da perimenopausa, que termina quando a menopausa começa, variavasco e nautico palpiteuma mulher para outra: pode irvasco e nautico palpitemeses até uma década, por exemplo. A abordagem dela deve ser como a da própria menopausa,vasco e nautico palpiteforma abrangente e individualizada para cada mulher.
Mas qual é o grau e a duração do declínio cognitivo, cuja estimativa évasco e nautico palpiteque afete até dois terços das mulheres? Por que ele ocorre e como identificá-lo? E, afinal, ele pode ser evitado, tratado ou mesmo revertido?
Perimenopausa e declínio cognitivo
Há três fases nesse processovasco e nautico palpiteclimatério: perimenopausa, menopausa e pós-menopausa. A primeira é um processo neuroendocrinológico que pode impactar o envelhecimentovasco e nautico palpitediversas partes do corpo da mulher.
"Neuroendocrinológico" porque alguns dos sintomas mais prevalentes sãovasco e nautico palpitenatureza neurológica, como os fogachos (ondasvasco e nautico palpitecalor), as oscilaçõesvasco e nautico palpitehumor e o declínio cognitivo, e também têm ligação com o sistema endócrino e o metabolismo.
No Brasil, há cercavasco e nautico palpite42 milhõesvasco e nautico palpitemulheres com maisvasco e nautico palpite40 anos (cercavasco e nautico palpite20% da população total). Ou seja, estão na faixa etáriavasco e nautico palpiteque podem já viver a perimenopausa ou estão próximas disso. Mas "tudo isso" começou bem antes.
As mulheres nascem com um número determinadovasco e nautico palpiteóvulos dentro do ovário, e essa quantidade vai diminuindo a cada ciclo menstrual, começando da menarca (a primeira menstruação) e terminando na menopausa. Há dois hormônios importantes envolvidos nesse processo: o estrogênio e a progesterona.
O primeiro é crucial para todo o ciclo reprodutivo: o desenvolvimento e a liberaçãovasco e nautico palpiteum óvulo dos ovários a cada mês, e pelo processovasco e nautico palpitetornar mais espesso o revestimento do útero para recepção do óvulo fertilizado.
A mudança no padrão dos ciclos menstruais é um dos primeiros sinais desse processo, ligado à queda dos níveisvasco e nautico palpiteestrogênio. "A mulher começa a ter uma certa irregularidade menstrual, menstruações muito curtas, ou muito longas, com sangramento abundante quando ela ocorre, e algumas vezes leva meses até vir uma menstruação, chegando a seis meses ou mais", explicou à BBC News Brasil a endocrinologista e professora Amanda Athayde (UFRJ e PUC-Rio), membro do departamentovasco e nautico palpiteendocrinologia feminina, andrologia e transgeneridade da Sociedade Brasileiravasco e nautico palpiteEndocrinologia e Metabologia (Sbem).
Embora o estrogênio seja o principal hormônio desse processo, há também a progesterona, um hormônio produzido pelos óvulos saudáveis restantesvasco e nautico palpitemenor quantidade. Ele ajuda a preparar o corpo para a gravidez a cada mês, e diminui quando a menstruação para. A progesterona é o primeiro hormônio a deixarvasco e nautico palpiteser produzido nessa fase anterior à menopausa, a perimenopausa.
Athayde explica que se a falta dessa mulher for única e exclusivamente da progesterona, um hormônio secretado na segunda metade do ciclo menstrual, "há uma irregularidade menstrual. Ou a menstruação falhavasco e nautico palpitevir, ou vemvasco e nautico palpiteperíodos muito curtos".
Mas há também alguma falha no nívelvasco e nautico palpiteestrogênio na perimenopausa, ainda quevasco e nautico palpiteforma esporádica e com picos, "a mulher poderá ter ondasvasco e nautico palpitecalor, insônia, sintomas típicos da menopausa mesmo, como ondasvasco e nautico palpitecalor, falta da menstruação, insônia etc."
E a função cognitiva,vasco e nautico palpiteque maneira é afetada nesse processo? Os cientistas ainda não sabem direito qual é a relação entre climatério e o declínio cognitivo, mas há algumas pistas.
Um estudo publicado na revista Nature no ano passado encontrou diferenças na estrutura cerebral ao longo do climatério, mas algum tempo depois da menopausa se notou estabilização e recuperação.
"Nós temos receptoresvasco e nautico palpiteestrogêniovasco e nautico palpitequase todo nosso corpo e também no cérebro. A função cognitiva é muito dependente dos níveisvasco e nautico palpiteestrogênio", conta Athayde.
Jerusa Smid, coordenadora do departamento científicovasco e nautico palpiteneurologia cognitiva e do envelhecimento da Associação Brasileiravasco e nautico palpiteNeurologia (ABN), explica que há três estágios importantes no impacto do climatério na função cognitiva.
O contínuo da alteração cognitiva segue uma linha:vasco e nautico palpiteprimeiro lugar, há o declínio cognitivo subjetivo, que é quando há queixa, mas não há nenhuma alteração objetiva detectávelvasco e nautico palpitetestes. Ou seja, a paciente sente que está piorando, mas na avaliação, levandovasco e nautico palpiteconta avasco e nautico palpiteescolaridade e idade, os resultados são considerados normais.
O estágio seguinte é o comprometimento cognitivo leve,vasco e nautico palpiteque há queixa da paciente e alteração cognitiva confirmada por avaliação. São as queixasvasco e nautico palpitealteraçãovasco e nautico palpitememória,vasco e nautico palpiteatenção,vasco e nautico palpitefunção executiva, mas esse quadro é considerado leve porque a mulher consegue fazer grande partevasco e nautico palpitesuas atividades diárias.
O terceiro passo, segundo Smid, é a demência, na qual "existe uma alteração cognitiva maior, intensa o suficiente para levar ao comprometimento das atividades do dia a dia".
"Ser mulher é um fatorvasco e nautico palpiterisco para ter doençavasco e nautico palpiteAlzheimer, que é a principal doença degenerativa que acomete os domínios cognitivos", afirma Smidvasco e nautico palpiteentrevista à BBC News Brasil. A faixa etária comum para o Alzheimer, uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta muitas funções, principalmente a memória e o aprendizado, nas pessoas escolarizadas é após os 65 anos (depois da menopausa).
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"Muitos trabalhos estão sendo realizados usando estrogênio na doençavasco e nautico palpiteAlzheimer para ver se existe melhora da memória nesses pacientes", relata Athayde, mas ainda não há um trabalho sólido que sustente essa hipótese.
Smid ressalta que não se sabe ainda qual é a relação real entre esse hormônio e a doença porque "a reposição hormonal ainda não se mostrou benéfica para reduzir as chancesvasco e nautico palpiteter a doençavasco e nautico palpiteAlzheimer".
Há também o impacto diretovasco e nautico palpiteoutros sintomas do climatério na função cognitiva. "Se a mulher não dorme direito, por causa das ondasvasco e nautico palpitecalor, no dia seguinte a função cognitiva dela não vai ser a mesma. Ela vai estar cansada, sem paciência. Se ela tem um ressecamento vaginal que a impedevasco e nautico palpitese relacionar comvasco e nautico palpiteparceria, ou até a impede que segure a urina adequadamente, a função cognitiva dela também não está boa", explica Athayde, da Sociedade Brasileiravasco e nautico palpiteEndocrinologia e Metabologia.
Para a professora e endocrinologista, não se deve imputar apenas ao hormônio problemasvasco e nautico palpitememória e concentração, como não se deve fazer issovasco e nautico palpiterelação à libido feminina. "Existem tantos fatores afetivos e sociais relacionados à libido feminina que a gente não pode dizer que 'essa mulher está assim porque está faltando hormônio'. A libido da mulher é muito complexa. Do mesmo jeito que a gente não pode colocar também a funçãovasco e nautico palpitememória relacionada só ao hormônio. Se a gente está cansado, trabalhou demais, e encontra alguém na rua e espera a pessoa começar a conversa… Isso muitas vezes não tem a ver com doença, pode ser o próprio excessovasco e nautico palpiteinformação na nossa cabeça mesmo."
Como se diagnostica o declínio cognitivo e qual é o possível tratamento?
Em consultório, um médico especialista poderá avaliar a função cognitiva aplicando testes como o mini-exame do estado mental (conhecido como Meem),vasco e nautico palpiteque são feitas tanto perguntas mais triviais, como "que dia é hoje?" e "em que lugar estamos?", quanto provasvasco e nautico palpitememória evasco e nautico palpiteatenção.
Outro exame que pode ser aplicado por um profissional especializado durante a consulta é o Montreal Cognitive Assessment (MoCA) e o Bateria Brevevasco e nautico palpiteRastreio Cognitivo, desenvolvido no Brasil com o diferencialvasco e nautico palpitepoder ser aplicadovasco e nautico palpitepessoasvasco e nautico palpitebaixa evasco e nautico palpitealta escolaridade.
"Mas se o médico ainda estivervasco e nautico palpitedúvida, ele pode solicitar uma avaliação neurocognitiva a qual será feita não por um neurologista, mas por um psicólogo. Mas isso ocorrevasco e nautico palpitealguns casos, e não na maioria deles", afirma Smid.
Há também outros exames que podem ser solicitados para afastar outras causas do declínio cognitivo, como a medição dos níveisvasco e nautico palpitevitamina B12, alteraçõesvasco e nautico palpitetireoide ou imagem do cérebro.
Mas o diferencial para declínio cognitivo deve ser feito por um médico especialistavasco e nautico palpitedistúrbios cognitivos, como neurologista, psiquiatra ou geriatra. Esse profissional primeiro investigará se existe prejuízo e comprometimento nas atividades diárias da paciente.
Caso sejam descartadas outras possíveis condiçõesvasco e nautico palpitesaúde e uma vez chegando-se à conclusãovasco e nautico palpiteque são sintomas ligados à perimenopausa ou à menopausa, essa paciente poderá fazer atividades que podem ajudá-las nas atividades diárias e também a prevenir um eventual declínio cognitivo no futuro.
Há atualmente diversos sites e aplicativosvasco e nautico palpiteestímulo cognitivo que podem ajudar nesse sentido. Afinal, o aumento da expectativavasco e nautico palpitevida pode levar muitas mulheres a passarem um terçovasco e nautico palpitesuas vidas depois do climatério.
"Antigamente, quando surgia a menopausa, as mulheres já estavam pertovasco e nautico palpitemorrer. A quantidadevasco e nautico palpitevida era muito pequena. Mas hojevasco e nautico palpitedia a gente vive muito mais que um terçovasco e nautico palpitevida pós-menopausa. Isso não pode ser uma sobrevida, tem que ser uma vidavasco e nautico palpitequalidade", defende Athayde.
Mas não há atualmente um tratamento específico para esse declínio cognitivo durante a perimenopausa ou a menopausa.
"A maior parte das mulheres melhora espontaneamente. E uma minoria apresenta um comprometimento cognitivo leve", afirma Smid, da Associação Brasileiravasco e nautico palpiteNeurologia.
Segundo ela, "não há reposição hormonal para isso" — isso porque o tratamentovasco e nautico palpitereposição hormonal costuma ser o mais indicado para tratar grande parte dos sintomas desse período do climatério.
Estudos apontam também que a perimenopausa pode estar associada a um risco elevadovasco e nautico palpitedepressão e ansiedade, condiçõesvasco e nautico palpitesaúde que também podem afetar a função cognitiva. Outros trabalhos afirmam que mulheres que podem contar com apoio familiar e possuem uma vida social têm uma melhora significativa dos sintomasvasco e nautico palpiteforma geral.
Outras medidas, como atividades físicas, exercíciosvasco e nautico palpiterespiração, meditação, yoga, também podem ajudar com os sintomas.
Alémvasco e nautico palpiteestimular o cérebro, os hábitos saudáveis (como alimentação equilibrada, atividade física regular, sono regulado e vida social ativa) são importantes para a saúde mental e a função cognitiva. "As pessoas que têm um isolamento social têm mais chancesvasco e nautico palpiteter declínio cognitivo", afirma Smid.
Estudos sobre prevenção da demência apontam para a importância da atividade física e aeróbica. "A maioria dos estudos preconiza 150 minutos por semanavasco e nautico palpiteatividade física aeróbica", diz Smid. E isso vale para a população geral, não apenas para as mulheres.
Há também atividades associadas à prevenção do declínio cognitivo que passam por "manter-se mentalmente ativo". Novos aprendizados estimulam o cérebro, como aprender a tocar um novo instrumento ou aprender uma nova língua. Atividades como palavras cruzadas, leitura e jogosvasco e nautico palpitetabuleiro podem ajudar a não deixar o cérebro parado. "Toda vez que aprendemos algo novo os neurônios fazem mais conexões entre as células nervosas (sinapses)", explica Smid.
O climatério é, inclusive, apontado por alguns especialistas como uma fasevasco e nautico palpiteoportunidade para que mudanças sejam feitasvasco e nautico palpitedireção a uma vida mais saudável.
Como funciona a reposição hormonal para grande parte dos sintomas?
Athayde, da Sociedade Brasileiravasco e nautico palpiteEndocrinologia e Metabologia, explica que se a mulher não tiver passado por uma histerectomia (cirurgiavasco e nautico palpiteremoção do útero), "a gente usa só a progesterona, cercavasco e nautico palpite12 dias por mês, para restabelecer a ciclicidade do ciclo menstrual. E então a paciente volta a 'ciclar' normalmente e muitas vezes esses sintomas desaparecem".
Examesvasco e nautico palpitedosagens hormonais serão importantes parâmetros para o eventual tratamento.
"Essas dosagens consistemvasco e nautico palpitedosagens dos hormônios da hipófise (glândula localizada na base do cérebro), que estão aumentados durante a menopausa e que nesse períodovasco e nautico palpiteperimenopausa podem não estar tão aumentados. Eles tendem a aumentar, mas não tanto. Os níveisvasco e nautico palpiteestrogênios podem estar normais, e só o nívelvasco e nautico palpiteprogesterona estar baixo", exemplifica a endocrinologista.
No períodovasco e nautico palpiteperimenopausa, a paciente ainda não tem uma parada totalvasco e nautico palpitesecreçãovasco e nautico palpiteestrogênio, mas talvez isso tenha ocorrido com a progesterona. "Então daremos progesterona para que a normalidade se restabeleça. Chegará um momentovasco e nautico palpiteque ela não vai mais responder à progesterona, ela vai tomar progesterona e não vai mais menstruar e os sintomas não vão melhorar. Isso significa que acabaram os estrogênios. Ela entrou na menopausa propriamente dita, e então o novo tratamento consistevasco e nautico palpitedar os dois hormônios nas pacientes que têm útero, estrogênio e progesterona", explica Athayde.
Recomenda-se que a mulher que faça reposição hormonal faça o quanto antes, pois não se deve fazer reposição hormonal quando a mulher está há muito tempo na menopausa sem repor hormônios. Ela deve fazer a reposição no período mais próximo possível do início da menopausa, na chamada "janelavasco e nautico palpiteoportunidade".
"Se a mulher passa muito tempo da menopausa, por exemplo, dez anos, ela começa a formar placas nas artérias, nas carótidas, na aorta, nas vertebrais, e se ela começar a usar hormônio muito tarde, pode piorar as doenças cardiovasculares. As placas vão se mexer, se mobilizar, vão entupir os vasosvasco e nautico palpitealgum lugar", alerta ela. "As doenças cardiovasculares podem ser prevenidas pelo estrogênio se esses estrogênios são dados precocemente. E podem ser provocadas pelos estrogênios se eles são dados depoisvasco e nautico palpitemuito tempo sem reposição."
Mas há ressalvas quanto à reposição hormonal: ela só é indicada quando há sintomas. Além disso, a evolução científica com usovasco e nautico palpitehormônios semelhantes àqueles produzidos pelo ovário permitiu que a dosagem fosse adequada para cada mulher, a depender dos exames e do diagnóstico clínico feito por médicos especializados. E com menos efeitos colaterais.
Caso os sintomas persistam, os níveisvasco e nautico palpitereposição podem ser reavaliados.
Há também mulheres que não podem ser submetidas à reposição hormonal, como aquelas que tiveram câncervasco e nautico palpitemama recentemente, câncervasco e nautico palpiteendométrio ou alterações genéticas com tendências a desenvolver trombose. Mas há possíveis alternativas para os sintomasvasco e nautico palpiteperimenopausa ou menopausa que afetem essas pacientes.
"Existem substâncias que diminuem as ondasvasco e nautico palpitecalor que não são hormônios. São substâncias utilizadas para outros fins e que observou-se que melhoram as ondasvasco e nautico palpitecalor, existem ajudas para a insônia que não seja hormônio, existem géis intravaginais que não tem hormônio para melhorar a lubrificação", explica Athayde.
O serviçovasco e nautico palpitesaúde britânico lista outras abordagens possíveis para lidar com parte dos sintomas. No caso das ondasvasco e nautico palpitecalor e suores noturnos, por exemplo, a mulher pode procurar vestir roupas mais leve, manter o quarto fresco à noite, tomar mais bebidas geladas, banho fresco, tentar (se possível) administrar os níveisvasco e nautico palpiteestresse, praticar exercícios físicos regularmente, não estar acima do peso e evitar cafeína, álcool e cigarro.
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